18 de abril de 2018

Bom em despedidas

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Leia ao som de Too Good At Goodbyes

A primeira despedida doeu, foi como arrancar meu coração garganta acima torcendo para que não restasse nenhum pedaço para manter viva a esperança em um dia melhor.
A segunda despedida doeu um pouco menos, como um band aid, que saí sem água quente e sangra um pouco, você sente a pontada, mas depois de um tempo nem dói mais.

A terceira despedida não doeu, foi como uma anestesia local, no começo você fica um pouco confuso, mas quando faz efeito nada mais te afeta, você segue em frente, pode tropeçar de vez em quando, porém a caminhada segue seu ritmo.

Na quarta despedida eu abri a porta, mostrei como chegar até o lado de fora, achei que depois da terceira vez você não se atreveria a voltar, depois, mudei as fechaduras, me tornei bom em despedidas, não por escolha própria, mas por sua opção...

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