24 de julho de 2017

Poeta

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Esse meu coração de poeta que rema contra a maré ás vezes me desestabiliza,sinto aos poucos me afogar em milhões de palavras vãs e insignificantes a olho nu,mas essa alma poetiza vê a grandeza em cada pronuncia,e eu me desfaço em incertezas precárias que destoam de tudo aquilo que penso.


Meu mal não é ser poeta é somente ser tão dramático em tudo que rege o universo,é achar que tem um pico e uma baixa em cada estação e mesmo sem saber quais seriam estas ainda defende a teoria.

Inseguranças a parte não sei ser senão poeta,outro cargo não me convém nem pertence, invariável, indefinível e indestrutivelmente parasita,como dizia um amigo,a insignificância e a grandeza da poesia,o sistema e a desconstrução de tudo que se configura,poeta do caos e da efemeridade, simplesmente poeta.
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