Abriu caminhos na vereda do meu coração,foi sem dó nem piedade tirando os espinhos,deixando sangrar pra cicatrizar sozinho,me fez forte.
Espantou os monstros que habitavam e criou um forte seguro, trouxe a âncora pro meu barco em alto mar,me deixou balançando suavemente mesmo em mar revolto,talvez esse tenha sido o ponto.
É moço,quando você chegou com o peito aberto e um monte de promessas eu desacreditei,convenci a mim mesma que era melhor esquecer,que eu não deveria deixar você se aproximar,então me fechei,mas você ficou mesmo assim,teve paciência para arrancar os bloquinhos de incerteza,e fez o que ninguém mais teve coragem.
Você me mostrou o mundo,não aquele ao qual eu estava habituada,sem cor e sem vida,me mostrou a parte bonita,a parte sensÃvel,que também dói à s vezes,mas que sabe bem como curar,e daà o que era tempestade virou céu sem nuvem,e você nem precisou ficar muito,mas quis ficar.
Lembro bem que quando a chuva caiu eu pensei "a hora é essa,ele vai partir",só que você não foi,e segurou o guarda chuva firme com as duas mãos,o que te motivou a não ir embora eu não sei,mas você me ajudou a secar cada gota de chuva,e eu quis mais de você.
Quando chegou o pôr do sol eu achei que você ia preferir outra mão pra segurar,outro peito pra se alojar,mas você não quis,fez morada e guardou direitinho o que parecia te pertencer,entrou fundo nesse mar e não se afogou,e moço,não sei qual foi seu truque,mas funcionou,e ainda tá fazendo efeito.
É moço,você veio cair de paraquedas bem no meio do meu congestionamento,e não trouxe nem caixa de primeiros socorros,eu disse que você podia se machucar,mas quem disse que você ligou?! Saiu correndo por entre os sentimentos sem freio e não olhou pra trás,você plantou sementes em terras que todo mundo considerava infertéis,arrou sol após sol escaldante e não desistiu,e por sua causa,meu moço,eu floresci.
Espantou os monstros que habitavam e criou um forte seguro, trouxe a âncora pro meu barco em alto mar,me deixou balançando suavemente mesmo em mar revolto,talvez esse tenha sido o ponto.
É moço,quando você chegou com o peito aberto e um monte de promessas eu desacreditei,convenci a mim mesma que era melhor esquecer,que eu não deveria deixar você se aproximar,então me fechei,mas você ficou mesmo assim,teve paciência para arrancar os bloquinhos de incerteza,e fez o que ninguém mais teve coragem.
Você me mostrou o mundo,não aquele ao qual eu estava habituada,sem cor e sem vida,me mostrou a parte bonita,a parte sensÃvel,que também dói à s vezes,mas que sabe bem como curar,e daà o que era tempestade virou céu sem nuvem,e você nem precisou ficar muito,mas quis ficar.
Lembro bem que quando a chuva caiu eu pensei "a hora é essa,ele vai partir",só que você não foi,e segurou o guarda chuva firme com as duas mãos,o que te motivou a não ir embora eu não sei,mas você me ajudou a secar cada gota de chuva,e eu quis mais de você.
Quando chegou o pôr do sol eu achei que você ia preferir outra mão pra segurar,outro peito pra se alojar,mas você não quis,fez morada e guardou direitinho o que parecia te pertencer,entrou fundo nesse mar e não se afogou,e moço,não sei qual foi seu truque,mas funcionou,e ainda tá fazendo efeito.
É moço,você veio cair de paraquedas bem no meio do meu congestionamento,e não trouxe nem caixa de primeiros socorros,eu disse que você podia se machucar,mas quem disse que você ligou?! Saiu correndo por entre os sentimentos sem freio e não olhou pra trás,você plantou sementes em terras que todo mundo considerava infertéis,arrou sol após sol escaldante e não desistiu,e por sua causa,meu moço,eu floresci.




